Caraca!
Recebi uma proposta no mínimo inusitada: alugar meu equipamento de som para uma moça que canta em missas de corpo presente. Ela trabalha para uma funerária localizada na Aldeota, e disse que tem de 2 a 3 missas por semana.
Sinceramente, fiquei sem saber se aceito ou não. A grana até que é boa, mas o problema é ter que ficar vendo defunto e gente chorando quase todo dia.
E vocês, o que acham? Devo ou não aceitar?
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
domingo, 14 de novembro de 2010
Nota 8 para a estreia
Ontem, pela primeira vez, utilizei meus novos equipamentos de som em público. Eu e meu filho Thiago fomos contratados para animar um almoço em um buffet na bela cidade de Paracuru, em homenagem ao transcurso dos 90 anos de idade de um médico.
Durante 4 horas e 15 minutos, cantamos e tocamos verdadeiras pérolas da MPB, dando prioridade a boleros, sambas e outras canções mais antigas, pois a maioria dos convidados era composta de pessoas idosas. No final, quatro convidados pediram meu cartão de visitas para futuras contratações, numa prova evidente de que nossa performance conseguiu chamar a atenção de quem estava presente. Deixando a modéstia de lado, dou nota 8 para a estreia!
Durante 4 horas e 15 minutos, cantamos e tocamos verdadeiras pérolas da MPB, dando prioridade a boleros, sambas e outras canções mais antigas, pois a maioria dos convidados era composta de pessoas idosas. No final, quatro convidados pediram meu cartão de visitas para futuras contratações, numa prova evidente de que nossa performance conseguiu chamar a atenção de quem estava presente. Deixando a modéstia de lado, dou nota 8 para a estreia!
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
Parabéns, Marinete!
O calendário marca para este sábado, dia 13 de novembro, o aniversário natalício de uma "nêga" que conheci em 1980.
Maranhense de nascimento, e cearense por opção de vida, ela pode ser considerada uma verdadeira heroína, pois nestes 30 anos tem estado ao meu lado em todos os momentos, nas alegrias e nas tristezas, dividindo comigo a criação dos nossos filhos Thiago e Thais, duas jóias raras deste casamento que tinha tudo para não dar certo, por vários motivos, mas continua de pé até hoje.
Mulher guerreira, trabalhadora, às vezes fico até com inveja de sua força e disposição para realizar tantas tarefas diárias, sobretudo como dona-de-casa, mãe, esposa, professora, catequista e integrante de um grupo de oração da Legião de Maria, ligado à Paróquia dos Remédios.
Diante do exposto, só me resta cumprimentá-la por esta data especial, desejando que Deus permaneça iluminando os seus caminhos por muitos e muitos anos, para gáudio e satisfação da nossa imensa legião de parentes e amigos.
Parabéns, Marinete!
Maranhense de nascimento, e cearense por opção de vida, ela pode ser considerada uma verdadeira heroína, pois nestes 30 anos tem estado ao meu lado em todos os momentos, nas alegrias e nas tristezas, dividindo comigo a criação dos nossos filhos Thiago e Thais, duas jóias raras deste casamento que tinha tudo para não dar certo, por vários motivos, mas continua de pé até hoje.
Mulher guerreira, trabalhadora, às vezes fico até com inveja de sua força e disposição para realizar tantas tarefas diárias, sobretudo como dona-de-casa, mãe, esposa, professora, catequista e integrante de um grupo de oração da Legião de Maria, ligado à Paróquia dos Remédios.
Diante do exposto, só me resta cumprimentá-la por esta data especial, desejando que Deus permaneça iluminando os seus caminhos por muitos e muitos anos, para gáudio e satisfação da nossa imensa legião de parentes e amigos.
Parabéns, Marinete!
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
Relembrando e reforçando um convite
Recado aos parentes, amigos e leitores que quiserem prestigiar a inauguração oficial do meu novo equipamento de som: o evento está marcado para o dia 27 (sábado), a partir das 20 horas, no Albertu's Restaurante, na Barra do Ceará, ao lado da ponte Fortaleza-Caucaia. A entrada será gratuita, com direito a salgadinhos e refrigerantes (por conta do meu aniversário natalício), e teremos apresentações de vários cantores e músicos. A maioria dos convidados já confirmou presença, o que é, acima de tudo, uma garantia de sucesso desta noitada cultural que vamos promover. Quem quiser saber mais detalhes, é só ligar pra mim: 3243-4779, 8734-5573 ou 9954-1017.
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
Editorial do JPA de novembro
Um dia desses, ao passar pelo entorno da lagoa do Porangabussu, quase na esquina das ruas Porfírio Sampaio e Monsenhor Furtado, ficamos observando o trabalho voluntário que é realizado há algum tempo pelo funcionário público Antônio Nonato Filho através do projeto “Leitura na Praça”. De forma praticamente anônima, e sem visar dividendos financeiros, duas ou três vezes por semana ele transforma o referido espaço em uma espécie de biblioteca ao ar livre, colocando à disposição de crianças, jovens e adultos uma diversidade de livros e revistas, além de promover eventos comemorativos de datas festivas e de limpeza permanente da lagoa.
É, sem dúvida alguma, uma ação dignificante, quase solitária, que já foi destacada várias vezes nas páginas do JPA, mas que, infelizmente, não recebe o devido apoio da comunidade. São raros os moradores, entida-des e empresas que se sensibilizam com a causa deste “Dom Quixote” moderno, que luta a seu modo contra os moinhos de vento da ignorância cultural que nos assola.
Dá é pena a gente passar por lá, algumas vezes, e ver Antônio Filho sozinho, com livros e revistas espalhados em uma mesa improvisada, seu carro com o porta-malas aberto, tocando músicas infantis, enfim, travando uma gloriosa batalha contra os novos costumes da sociedade atual, onde todas as atenções estão voltadas para as novelas televisivas, os programas policiais, os sites de pornografias na internet, as bandas de forró eletrônico, com seus cantores gasguitos e músicas com letras pobres e ridículas, dentre outras.
Escrevemos este editorial em forma de protesto contra o descaso da maioria da população a um trabalho tão bonito, mas também para pedir a Antônio Filho que não desista da luta, pois esse projeto de incentivo à leitura é de extrema importância para nós, que ainda sonhamos com a possibilidade de um dia (quem sabe?) vivermos em um país mais justo e humano, com um povo mais letrado e interessado em exercitar sua cidadania em toda a plenitude. Vá em frente, amigo. E conte sempre com o JPA!
É, sem dúvida alguma, uma ação dignificante, quase solitária, que já foi destacada várias vezes nas páginas do JPA, mas que, infelizmente, não recebe o devido apoio da comunidade. São raros os moradores, entida-des e empresas que se sensibilizam com a causa deste “Dom Quixote” moderno, que luta a seu modo contra os moinhos de vento da ignorância cultural que nos assola.
Dá é pena a gente passar por lá, algumas vezes, e ver Antônio Filho sozinho, com livros e revistas espalhados em uma mesa improvisada, seu carro com o porta-malas aberto, tocando músicas infantis, enfim, travando uma gloriosa batalha contra os novos costumes da sociedade atual, onde todas as atenções estão voltadas para as novelas televisivas, os programas policiais, os sites de pornografias na internet, as bandas de forró eletrônico, com seus cantores gasguitos e músicas com letras pobres e ridículas, dentre outras.
Escrevemos este editorial em forma de protesto contra o descaso da maioria da população a um trabalho tão bonito, mas também para pedir a Antônio Filho que não desista da luta, pois esse projeto de incentivo à leitura é de extrema importância para nós, que ainda sonhamos com a possibilidade de um dia (quem sabe?) vivermos em um país mais justo e humano, com um povo mais letrado e interessado em exercitar sua cidadania em toda a plenitude. Vá em frente, amigo. E conte sempre com o JPA!
domingo, 7 de novembro de 2010
Embaixo do cabaré
ESSA É SÓ PARA DESCONTRAIR O SEU DOMINGO:
Certo dia, Zé da Diva chegou perto do seu amigo Chico Tripa e afirmou:
- Sabia, Chico, que mesmo sendo feio, pobre e sem estudo, tem muitas mulheres dando em cima de mim?
Intrigado, Chico Tripa perguntou:
- É mesmo? Então, me explica como tu consegue essa façanha.
Resposta de Zé da Diva:
- Eu moro no térreo de um prédio que o primeiro andar é um cabaré...
Certo dia, Zé da Diva chegou perto do seu amigo Chico Tripa e afirmou:
- Sabia, Chico, que mesmo sendo feio, pobre e sem estudo, tem muitas mulheres dando em cima de mim?
Intrigado, Chico Tripa perguntou:
- É mesmo? Então, me explica como tu consegue essa façanha.
Resposta de Zé da Diva:
- Eu moro no térreo de um prédio que o primeiro andar é um cabaré...
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
JPA de novembro começa a circular
Começa a circular nesta sexta-feira, dia 5, a edição de novembro do JPA, nº 130, trazendo como principal destaque o transcurso dos 50 anos de fundação do Clube Recreativo Tiradentes, que apesar de encontrar-se em adiantado processo de abandono e dilapidação, ainda é apontado como a maior referência sócio-cultural do Parque Araxá. Outros destaques são:
- O editorial, criticando a falta de apoio da comunidade ao projeto “Leitura na Praça”, que acontece quase na esquina das ruas Porfírio Sampaio e Monsenhor Furtado;
- O artigo intitulado "O consumismo desenfreado entre os jovens", de autoria do poeta Diogo Fontenelle;
- A solenidade de abertura da Expec 2010, realizada no Colégio Deoclécio Ferro;
- A festa do Dia das Crianças, promovida pelo projeto Restaurarte na lagoa do Porangabussu;
- O trabalho da banda Jardim Suspenso, rendendo tributo à cantora paulista Rita Lee e ao grupo Mutantes;
- As notícias curtas da coluna "Circulando", trazendo também a relação dos aniversariantes do mês do Clube dos Assinantes;
- As piadas "Já tô bebendo mijo mesmo" e "Embaixo do cabaré", tendo como protagonista o velho Zé da Diva;
- E o artigo "Parque Araxá precisa resgatar sua área histórica", onde o defensor público João Ricardo Vieira Franco lança a ideia de uma campanha para o Parque Araxá resgatar a área territorial que perdeu para o Rodolfo Teófilo.
- O editorial, criticando a falta de apoio da comunidade ao projeto “Leitura na Praça”, que acontece quase na esquina das ruas Porfírio Sampaio e Monsenhor Furtado;
- O artigo intitulado "O consumismo desenfreado entre os jovens", de autoria do poeta Diogo Fontenelle;
- A solenidade de abertura da Expec 2010, realizada no Colégio Deoclécio Ferro;
- A festa do Dia das Crianças, promovida pelo projeto Restaurarte na lagoa do Porangabussu;
- O trabalho da banda Jardim Suspenso, rendendo tributo à cantora paulista Rita Lee e ao grupo Mutantes;
- As notícias curtas da coluna "Circulando", trazendo também a relação dos aniversariantes do mês do Clube dos Assinantes;
- As piadas "Já tô bebendo mijo mesmo" e "Embaixo do cabaré", tendo como protagonista o velho Zé da Diva;
- E o artigo "Parque Araxá precisa resgatar sua área histórica", onde o defensor público João Ricardo Vieira Franco lança a ideia de uma campanha para o Parque Araxá resgatar a área territorial que perdeu para o Rodolfo Teófilo.
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
Clube Tiradentes completa 50 anos sem rumo para a ociosidade dos dias atuais
O dia 27 de julho deste ano passou em brancas nuvens para quase todos os moradores do Parque Araxá e adjacências. Mas teve um significado histórico para o nosso desenvolvimento, pois marcou o transcurso dos 50 anos de fundação de um espaço que é, até hoje, a maior referência sócio-cultural do bairro, no caso o Clube Recreativo Tiradentes. Infelizmente, esse aniversário (Bodas de Ouro) não teve nenhuma comemoração porque, como se sabe, a agremiação está há vários anos sem diretoria e suas dependências encontram-se em adiantado processo de abandono e dilapidação, e só não foram invadidas ainda por conta do trabalho determinado do aposentado José Fernandes de Almeida (Zezinho), que tomou para si a missão de preservar o que restou das glórias do passado, principalmente os troféus e medalhas conquistados com a realização dos melhores bailes de Carnaval da cidade.
O Clube Tiradentes foi fundado no dia 27 de julho de 1960, como uma sociedade sócio-recreativa, esportiva e cultural, com sede na Rua Tiradentes, 851, objetivando congregar sócios sem distinção de cor, sexo, crença religiosa ou facção política e tendo por finalidade promover reuniões e diversões de caráter esportivo, intelectual, artístico, social e cívico. Por várias décadas, seus salões eram frequentados por representantes de diversos segmentos da sociedade do Parque Araxá, mas a situação começou a ficar dífícil em meados dos anos 80. Segundo Zezinho, isso aconteceu devido a uma série de fatores, notadamente a mudança de costumes e o aparecimento de festas de Carnaval em cidades e praias do interior cearense, que atingiram todos os clubes de subúrbio da capital.
No caso do Tiradentes, tivemos como agravante ainda a promoção de alguns eventos que culminaram com casos de violência, deixando uma imagem negativa perante a comunidade. Isso ocasionou o abandono por parte dos fundadores, diretores e associados, tanto que hoje muitos deles se negam a participar de qualquer reunião que possa definir o futuro do clube. Zezinho garante que nos últimos anos fez várias tentativas neste sentido, mas não obteve resultados positivos, e é obrigado a alugar a quadra esportiva e os salões para eventos particulares como forma de saldar débitos com água, luz, IPTU etc. “Quase todo dia aparece gente por aqui, querendo alugar ou arrendar o clube para ficar fazendo festas e outros projetos sociais, mas não se pode fazer nada, porque não sou nem diretor, estou apenas “pastorando” e às vezes tiro dinheiro do meu próprio bolso para não deixar isso aqui se acabar de vez ou ser invadido pela especulação imobiliária”, afirma.
Como se vê, não há mesmo nada para comemorar no transcurso dos 50 anos do Clube Tiradentes. Resta-nos apenas relembrar seu passado de inesquecíveis bailes carnavalescos, festas dançantes, shows com artistas de renome nacional e campeonatos conquistados no futsal, e torcer para que um dia apareça alguém com capacidade e disposição para dar um rumo à ociosidade dos dias atuais.
As paredes e colunas formam um espaço ocioso no coração do Parque Araxá
Zezinho espera por uma definição sobre o futuro da agremiação
(Matéria de capa da edição de novembro do JPA)
O Clube Tiradentes foi fundado no dia 27 de julho de 1960, como uma sociedade sócio-recreativa, esportiva e cultural, com sede na Rua Tiradentes, 851, objetivando congregar sócios sem distinção de cor, sexo, crença religiosa ou facção política e tendo por finalidade promover reuniões e diversões de caráter esportivo, intelectual, artístico, social e cívico. Por várias décadas, seus salões eram frequentados por representantes de diversos segmentos da sociedade do Parque Araxá, mas a situação começou a ficar dífícil em meados dos anos 80. Segundo Zezinho, isso aconteceu devido a uma série de fatores, notadamente a mudança de costumes e o aparecimento de festas de Carnaval em cidades e praias do interior cearense, que atingiram todos os clubes de subúrbio da capital.
No caso do Tiradentes, tivemos como agravante ainda a promoção de alguns eventos que culminaram com casos de violência, deixando uma imagem negativa perante a comunidade. Isso ocasionou o abandono por parte dos fundadores, diretores e associados, tanto que hoje muitos deles se negam a participar de qualquer reunião que possa definir o futuro do clube. Zezinho garante que nos últimos anos fez várias tentativas neste sentido, mas não obteve resultados positivos, e é obrigado a alugar a quadra esportiva e os salões para eventos particulares como forma de saldar débitos com água, luz, IPTU etc. “Quase todo dia aparece gente por aqui, querendo alugar ou arrendar o clube para ficar fazendo festas e outros projetos sociais, mas não se pode fazer nada, porque não sou nem diretor, estou apenas “pastorando” e às vezes tiro dinheiro do meu próprio bolso para não deixar isso aqui se acabar de vez ou ser invadido pela especulação imobiliária”, afirma.
Como se vê, não há mesmo nada para comemorar no transcurso dos 50 anos do Clube Tiradentes. Resta-nos apenas relembrar seu passado de inesquecíveis bailes carnavalescos, festas dançantes, shows com artistas de renome nacional e campeonatos conquistados no futsal, e torcer para que um dia apareça alguém com capacidade e disposição para dar um rumo à ociosidade dos dias atuais.
As paredes e colunas formam um espaço ocioso no coração do Parque Araxá
Zezinho espera por uma definição sobre o futuro da agremiação
(Matéria de capa da edição de novembro do JPA)
terça-feira, 2 de novembro de 2010
Meu "niver" vai ser comemorado na Barra
Notícia em primeira mão para vocês, que dizem que gostam de mim:
No dia 27 deste mês (sábado), a partir das 20 horas, estarei fazendo uma apresentação no Albertu's Restaurante, localizado na Barra do Ceará (ao lado da ponte Fortaleza-Caucaia), comemorando meu aniversário natalício e inaugurando oficialmente os equipamentos de som que adquiri recentemente. Teremos também participações especiais já confirmadas de vários artistas (músicos, cantores, poetas etc.) que fizeram e/ou fazem parte da minha trajetória artística, cujos nomes eu vou revelar posteriormente.
Desde já, espero contar com a presença dos parentes e amigos mais chegados, que, além de prestigiar um momento especial para mim, terão a oportunidade de ouvir música de primeira qualidade em um dos mais belos recantos de Fortaleza, vendo o encontro do rio com o mar.
No dia 27 deste mês (sábado), a partir das 20 horas, estarei fazendo uma apresentação no Albertu's Restaurante, localizado na Barra do Ceará (ao lado da ponte Fortaleza-Caucaia), comemorando meu aniversário natalício e inaugurando oficialmente os equipamentos de som que adquiri recentemente. Teremos também participações especiais já confirmadas de vários artistas (músicos, cantores, poetas etc.) que fizeram e/ou fazem parte da minha trajetória artística, cujos nomes eu vou revelar posteriormente.
Desde já, espero contar com a presença dos parentes e amigos mais chegados, que, além de prestigiar um momento especial para mim, terão a oportunidade de ouvir música de primeira qualidade em um dos mais belos recantos de Fortaleza, vendo o encontro do rio com o mar.
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
Parque Araxá precisa resgatar sua área histórica
Causou uma grande estranheza em muitos moradores do Parque Araxá, sobretudo naqueles que moram no lado esquerdo da avenida Jovita Feitosa (no sentido Centro-Campus do Pici), a notícia de que no início dos anos 90 o bairro perdeu quase 50% de seu território para o adjacente Rodolfo Teófilo.
A percepção desse acontecimento passou a se dar basicamente quando os moradores da área referida passaram a receber correspondências e contas de água, luz e telefone, onde constava que eles residiam no Rodolfo Teófilo, e não mais no Parque Araxá.
O fato ganhou mais repercussão em setembro do ano passado, por conta de uma matéria divulgada no jornal “CETV”, da TV Verdes Mares (Canal 10), dentro do quadro “Meu Bairro na TV”, quando foi dito pelos apresentadores que, oficialmente, o Parque Araxá resume-se à região compreendida entre as avenidas Bezerra de Menezes (norte), Jovita Feitosa (sul), José Bastos (leste) e as ruas Professor Anacleto e Pedro Ferreira de Assis (oeste). Isso significa que muitos locais e eventos historicamente relacionados ao Parque Araxá, na verdade não lhe pertence, como, só para citar alguns exemplos, o Araxá Folia, Arraiá do Cumpade Rogério, Igreja de Cristo do Parque Araxá, Capela de São José Operário, Clube Recreativo Tiradentes e o Campo do Tigrão.
É bom salientar que a alteração se deu sem qualquer consulta ou discussão com os moradores dos bairros afetados, sendo de completo desconhecimento dos interessados a razão da perda por parte do Parque Araxá de aproximadamente metade de sua área original, que decorreu de autoritarismo da gestão municipal vivida pela nossa capital no início dos anos 90.
Diante do exposto, lanço aqui a ideia de promovermos uma campanha junto à Câmara Municipal e à Prefeitura de Fortaleza, no sentido de sensibilizarmos nossas autoridades para que o Parque Araxá possa reaver sua própria identidade, de reincorporar o patrimônio artístico, histórico e cultural que sempre o notabilizou nessa área da cidade. É necessário que fique entendido que nada existe por parte dos parquearaxaenses contra o Rodolfo Teófilo. Nossa proposta é simplesmente a busca legítima por parte da população no sentido de resgatar o status quo anterior à desfiguração do bairro.
Desde já assumo o compromisso de estar na linha de frente desta luta, contando com o entusiasmo do apoio popular e a disposição do nosso amigo Juracy Mendonça através do seu JPA, respaldado nos 13 anos de circulação deste jornal, sempre respeitando a história e a identidade de todos os moradores que, assim como eu, amam o Parque Araxá. Gostaria de ouvir sua opinião, caro(a) leitor(a), a respeito deste assunto.
(Artigo de autoria do Dr. João Ricardo Franco Vieira - Defensor Público e Secretário Municipal de Defesa do Consumidor (PROCON Fortaleza), a ser publicado na edição de novembro do JPA)
A percepção desse acontecimento passou a se dar basicamente quando os moradores da área referida passaram a receber correspondências e contas de água, luz e telefone, onde constava que eles residiam no Rodolfo Teófilo, e não mais no Parque Araxá.
O fato ganhou mais repercussão em setembro do ano passado, por conta de uma matéria divulgada no jornal “CETV”, da TV Verdes Mares (Canal 10), dentro do quadro “Meu Bairro na TV”, quando foi dito pelos apresentadores que, oficialmente, o Parque Araxá resume-se à região compreendida entre as avenidas Bezerra de Menezes (norte), Jovita Feitosa (sul), José Bastos (leste) e as ruas Professor Anacleto e Pedro Ferreira de Assis (oeste). Isso significa que muitos locais e eventos historicamente relacionados ao Parque Araxá, na verdade não lhe pertence, como, só para citar alguns exemplos, o Araxá Folia, Arraiá do Cumpade Rogério, Igreja de Cristo do Parque Araxá, Capela de São José Operário, Clube Recreativo Tiradentes e o Campo do Tigrão.
É bom salientar que a alteração se deu sem qualquer consulta ou discussão com os moradores dos bairros afetados, sendo de completo desconhecimento dos interessados a razão da perda por parte do Parque Araxá de aproximadamente metade de sua área original, que decorreu de autoritarismo da gestão municipal vivida pela nossa capital no início dos anos 90.
Diante do exposto, lanço aqui a ideia de promovermos uma campanha junto à Câmara Municipal e à Prefeitura de Fortaleza, no sentido de sensibilizarmos nossas autoridades para que o Parque Araxá possa reaver sua própria identidade, de reincorporar o patrimônio artístico, histórico e cultural que sempre o notabilizou nessa área da cidade. É necessário que fique entendido que nada existe por parte dos parquearaxaenses contra o Rodolfo Teófilo. Nossa proposta é simplesmente a busca legítima por parte da população no sentido de resgatar o status quo anterior à desfiguração do bairro.
Desde já assumo o compromisso de estar na linha de frente desta luta, contando com o entusiasmo do apoio popular e a disposição do nosso amigo Juracy Mendonça através do seu JPA, respaldado nos 13 anos de circulação deste jornal, sempre respeitando a história e a identidade de todos os moradores que, assim como eu, amam o Parque Araxá. Gostaria de ouvir sua opinião, caro(a) leitor(a), a respeito deste assunto.
(Artigo de autoria do Dr. João Ricardo Franco Vieira - Defensor Público e Secretário Municipal de Defesa do Consumidor (PROCON Fortaleza), a ser publicado na edição de novembro do JPA)
Parabéns, Brasil!

Ontem foi um dia histórico para todos nós, que vivemos no Ceará e, acima de tudo, amamos o Brasil! Pela primeira vez, elegemos uma mulher para a Presidência da República.
Acordamos hoje de peito lavado, e em dose dupla, tanto pela vitória de um grupo político que pretende continuar mudando este país para melhor, como por jogar no ostracismo determinados políticos ultrapassados no tempo e no espaço, tipo José Serra, Fernando Henrique Cardoso, Arthur Virgílio, Heráclito Fortes, Mão Santa, Tasso Jereissati, Lúcio Alcântara, Marcos Cals e outros menos votados.
Parabéns, Ceará! Parabéns! Brasil! Parabéns, Dilma Rousseff! Que Deus, em sua infinita sabedoria, ilumine os nossos caminhos nos próximos quatro anos!
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