quinta-feira, 22 de março de 2012

É nós hoje, no Náutico!

     Hoje à noite, eu e Marinete estaremos marcando presença no Náutico Atlético Cearense, prestigiando os shows de Waldonys e Iago Gouveia, com renda revertida para ampliar as atividades da Fundação Restaurart, que até dezembro deste ano pretende beneficiar 500 crianças e jovens em situação de risco com diversas atividades educativas, como reforço escolar, informática, inglês e espanhol básico, aulas de canto, violino, teclado, bateria, flauta, futsal, ballet, karatê, jiu-jitsu, dentre outras. Fico feliz em saber que a venda de ingressos está sendo expressiva - muitas pessoas que não podem ir ao evento, por um ou outro motivo, estão adquirindo ingressos como forma de contribuir com essa causa nobre, que tem à frente o meu Michel Lins (foto). Vamos pra frente!

quarta-feira, 21 de março de 2012

Haja presídios para tantos ladrões!

     Uma boa parte do povo brasileiro ficou indignada com a matéria publicada pelo "Fantástico" no domingo passado, onde um repórter da Rede Globo, disfarçado de diretor de um hospital público do Rio de Janeiro, com uma câmera escondida, conseguiu captar diálogos onde representantes de várias empresas admitem abertamente que pagam propinas de até 20% para realizar serviços com preços superfaturados.
    Vendo as imagens na TV, fiquei a imaginar o que aconteceria se colocassem câmeras escondidas em todos os gabinetes do Congresso Nacional, das assembleias estaduais, prefeituras, câmaras municipais e outros órgãos dos poderes executivo, legislativo e judiciário espalhados pelo país inteiro. Claro que no serviço público existe muita gente honesta, mas se isso fosse feito, com certeza, teríamos que multiplicar várias vezes a construção de presídios para caber tantos ladrões!

terça-feira, 20 de março de 2012

A VEZ DA SOLIDARIEDADE

     Nesta quinta-feira, dia 22, às 20 horas, tem show com Waldonys e Iago Gouveia no Náutico Atlético Cearense, com renda revertida para ampliar as atividades da Fundação Restaurart, que até dezembro deste ano pretende beneficiar 500 crianças e jovens em situação de risco com diversas atividades educativas, como reforço escolar, informática, inglês e espanhol básico, aulas de canto, violino, teclado, bateria, flauta, futsal, ballet, karatê, jiu-jitsu, dentre outras.
      Os ingressos já estão sendo vendidos pelos diretores, voluntários e amigos da Fundação Restaurart. Quem não puder ir ao evento, e mesmo assim quiser contribuir com essa causa nobre, basta entrar em contato com o Michel Lins no fone (85) 8771.3007.

domingo, 18 de março de 2012

Uma mensagem encorajadora


             Tenho recebido com alegria muitas mensagens bacanas de amigos e amigas que já leram o livro “Onde estava o arco-íris?”. Essa, por exemplo, que o professor e escritor Nabor Bruno enviou por e-mail, me deixou bastante envaidecido. Por isso, faço questão de transcrever para vocês. Leiam.
“Meu caro e jovem escritor e jornalista, dentre outras verves, Juracy Mendonça, cumprimento-te pelo lançamento do livro “Onde estava o arco-íris?”. És mais uma vertente de ousado tino que desabrocha do rico acadêmico ventre parquearaxaense, saindo não mais da pena de outrora, mas dos dígites de tuas mãos e cérebro, direto para o público em que tu te arvoras, escrevendo agora com mimo e glória para ilustrar e enriquecer cada vez mais a cultura do teu povo com múltiplas marcas de vitória. Alça tu mais um voo para mãos mais permanentes na forma de um livro de cuja fonte já tem boa história. Eu te parabenizo em nome de todos os parquearaxaenses!”
Nabor Bruno - Professor e escritor
  Juracy autografando o livro para Nabor Bruno durante o coquetel de lançamento

Alcoviteira


A revista Nuance, da Editora Brasil Tropical, publicou em sua mais recente edição este conto de minha autoria, intitulado "Alcoviteira", que é, na verdade, um esboço do livro que estou escrevendo para ser lançado após o sucesso do "Onde estava o arco-íris?". Quem quiser conferir, aí está o texto na íntegra: 
Edna tinha apenas cinco anos de idade quando foi passar as primeiras férias escolares no sítio dos tios Albanisa e Jonas, localizado em Guaiúba. Filha única do casal Joaquim e Natércia, que morava no Mucuripe, ela achou bacana aquela oportunidade de vivenciar alguns dias respirando ar puro e participando de brincadeiras diferentes com os primos Carlinhos, Betinho, Augustinho e Carminha. A menina ficou tão encantada com as coisas do campo que resolveu, a partir dali, curtir todas as férias no interior. Mal terminavam os períodos letivos, ela se mandava para desfrutar dos prazeres juvenis que não encontrava na capital. 
Quando estava com nove anos, começou a sentir uma atração especial por Carminha, que, por sinal, era da sua mesma faixa etária. A prima achou a situação meio esquisita, notadamente depois do dia em que, encontrando-se sozinhas, na beira de um riacho, as duas trocaram um rápido “selinho”. Assim, aos poucos, em meio a carícias inocentes, e outras ousadas, descobriram que estavam apaixonadas e decidiram alimentar um namoro às escondidas de todos.
Os encontros fortuitos, que já duravam vários anos, sofreram um abalo sísmico quando Jonas, genitor de Carminha, revelou a intenção de casá-la com Maneco, um jovem residente em Pacatuba. O homem possuía uma mentalidade das antigas – achava que os pais deviam arranjar casamentos para as filhas, sem importar se elas gostavam ou não dos futuros maridos.
A menina, então com 15 anos, na ânsia de demover o pai da idéia, anunciou para a família o seu romance com Edna. A reação entre os parentes foi tão negativa que, a partir daquela data, as jovens ficaram proibidas de se encontrarem. Jonas, tentando abafar o que considerava um possível “escândalo” de maiores proporções, apressou o casório da filha com Maneco e os dois foram morar no Benfica, em Fortaleza. Edna, por sua vez, desolada, começou a trabalhar numa loja de confecções no Centro, entregando-se a uma solidão inquebrantável.
Quatro anos depois, caminhando pela Praça do Ferreira, ela deu de cara com Carminha, acompanhada de uma criança e carregando várias sacolas. Elas ficaram frente a frente, mudas, constrangidas, sem saber o que fazer. Edna tomou a iniciativa de travar um diálogo, rápido e confuso, que terminou com uma pedindo o número do celular da outra, para conversarem posteriormente. Assim, o romance recomeçou, agora com mais intensidade.
Mas o marido de Carminha descobriu a traição. Ao saber que as primas estavam se encontrando num apartamento, ele pegou um revólver, chegou lá, arrombou a porta e flagrou as duas na cama, entregues aos prazeres da carne. Cego de ódio, efetuou seis disparos à queima-roupa: três em Edna, três em Carminha.
A polícia apareceu meia hora depois e achou os corpos das moças inertes, com as mãos entrelaçadas, como se quisessem mostrar ao mundo que nasceram para viver uma ao lado da outra, mas, como a intolerância da sociedade não permitiu que isso acontecesse em vida, o destino estava selando aquela união tendo a morte como alcoviteira.

sábado, 17 de março de 2012

Programa Autores & Ideias recebe o escritor Juracy Mendonça

     O programa Autores e Ideias, da FM Assembleia (96,7 MHz) recebe, neste sábado (17/03), o jornalista e escritor Juracy Mendonça. O autor apresenta aos ouvintes seu quarto livro intitulado: “Onde estava o arco-íris?” 
     A obra conta a história da vida de Lulu. Nome fictício da protagonista, que é homossexual. Como espaço para este curioso enredo, o livro apresenta diversos locais históricos de Fortaleza construindo um panorama da capital cearense desde a década de 1950 aos dias atuais. Além do percurso histórico, o leitor poderá também conhecer uma seleção musical da MPB, escolhida pelo autor, que acompanha a trajetória de vida da sua personagem principal.
     Inspirada em uma história real, o livro “Onde estava o arco-íris?” é uma publicação da editora DIZ e não tem como objetivo defender políticas do movimento Lésbicas, Gays, Bisexuais, Travestis e Transgêneros (LGBTT). Para Juracy Mendonça, a proposta do livro é: “acima de tudo, contar uma história de vida onde, por acaso, o protagonista tem ou pensa ter inclinação para se relacionar amorosamente com pessoas do mesmo sexo”.
     O programa Autores & Ideias é produzido e apresentado por Lílian Martins e vai ao ar todos os sábados, às 15h. A reprise acontece às terças-feiras, às 20h.
     (Transcrito do site http://www.al.ce.gov.br)

terça-feira, 13 de março de 2012

Eu na FM Assembleia

     Estive hoje à tarde nos estúdios da Rádio FM Assembleia, ocasião em que fui muito bem recebido pela amiga Lilian Martins (foto), produtora e apresentadora do programa "Autores & Ideias". Passamos cerca de 30 minutos falando sobre questões relacionadas ao lançamento do livro "Onde estava o arco-íris?". Quem quiser ouvir a entrevista basta sintonizar a emissora (96,7 MHz) no próximo sábado, às 15 horas, com reprise na terça-feira, às 20 horas.

E vamos que vamos!

Recebi, com alegria, a informação de que o livro “Onde estava o arco-íris?” está começando a apresentar resultados bastante expressivos nos gráficos da Editora DIZ. Além dos muitos exemplares vendidos durante o coquetel de lançamento, a procura tem sido muito boa no site www.editoradiz.com.br e nas Livrarias Smile, que possuem várias lojas em Fortaleza.
     Por falar nisso, também estou com exemplares do livro para vender a parentes, amigos e admiradores, com a vantagem de que são autografados (olha a humildade aí, gente!). Quem estiver interessado(a), basta entrar em contato comigo pelas redes sociais ou pelos fones (85) 3243.4779 / 8734.5573 / 9954.1017. 
      Eu e Aparecida Silvino, uma das minhas primas famosas, durante o coquetel de lançamento do livro na Adufc   

domingo, 11 de março de 2012

Amigos de verdade!

           Quer saber quais são os seus amigos de verdade?
        Espalhe convites para um evento de grande importância para você. Pode ser a comemoração de um aniversário, uma missa de sétimo dia, um lançamento de livro…
        Com certeza, seus amigos de verdade irão comparecer. E os que não puderem ir, farão questão de justificar suas ausências, nem que seja com uma desculpa qualquer.
        Quem receber o convite, não comparecer e nem justificar a ausência não é seu amigo de verdade. É apenas… Conhecido.
        O lançamento do meu livro, na quarta-feira passada, no Espaço Cultural da Adufc, mostrou que, graças a Deus, tenho uma porrada de amigos de verdade!

sábado, 10 de março de 2012

JPA de março já está circulando

     Começou a circular ontem, sexta-feira, a edição n° 146 do JPA, trazendo como destaque principal o lançamento do livro "Onde estava o arco-íris?", de minha autoria. Tem também uma matéria com Olinda Marques (foto), titular da Secretaria Executiva Regional III, sobre a situação em que se encontra a praça Ari de Sá Cavalcante, que muitos chamam carinhosamente de “Pracinha da Jovita”.
   Saiba quem foi Rodolfo Teófilo, o homem que emprestou seu nome a um dos bairros mais importantes de Fortaleza, principalmente por abrigar órgãos públicos como o Hospital Universitário Walter Cantídio, Hemoce, Hospital do Câncer, Maternidade Escola Assis Chateaubriand e vários postos de saúde e clínicas odontológicas. Estas e outras novidades estão no JPA deste mês de março.

Onde estava o arco-íris de Lulu?

      Apresentação do meu livro “Onde estava o arco-íris?”, feita por Izaíra Silvino (foto), diretora de Editoração da Editora DIZ:
     "Contar uma história de vida é algo sempre muito complexo e instigante. Desvelar um ser (e sua individualidade plena de sensibilidade), apresentar uma pessoa (com personalidade e vida localizada num espaço e tempo definidos), sentir o fazer-se cidadão (com seus direitos iguais aos direitos de todos os outros, inalienáveis, compartilhados e por conquistar) é uma façanha destinada aos autores, aos contadores de histórias.
     Juracy Mendonça, no seu livro “Onde estava o arco-íris?”, traz a nós a história de um cearense, fortalezense, artista, camarada, trabalhador competente, filho querido de sua mãe, filho não tão querido de um pai, feliz em sua infelicidade. Um homem intimidado diante dos preconceitos sofridos, dos mexericos e falatórios salpicados ao seu redor, com “o que vão dizer de mim!” A sociedade da época impôs a Lulu (nome fictício, numa história real) fantasmas interiores. Por isso ele luta para não ver o povo “chaqualhando” seus encantamentos, seus gostos, suas opções.
     O livro apresenta-nos, ao mesmo tempo, um tempo de Fortaleza: dos artistas, músicas preferidas, olhares e divertimentos dos moradores, pontos de diversão, preconceitos vigentes, do feeling, dos sentidos daquele tempo da história. Encanta-nos, no enredo, a maneira como o autor vai desvelando a personagem, deixando, intocadas, as problemáticas envolvendo a questão da homossexualidade, numa sociedade dando os passos iniciais em sua moderna idade. A humanidade do cidadão Juracy Mendonça dá a ele esta opção. Assim, ele deixa para nós, leitores(as), a responsabilidade de pensar o assunto, sentindo a alma de um ser, pessoa, cidadão, possuidor de uma família, igual a todos os seus semelhantes, sendo diferente na sua semelhança íntima, em seu direito de amar a seu modo.
     Vale a pena reconhecermos nossos pensares e sentimentos nesta história plena de humanidade, escrita num português democrático e puro.
     A Editora DIZ sente-se feliz em apresentar mais uma história de vida em sua história de editoração e mais um autor cearense que se DIZ para o mundo."