quinta-feira, 10 de julho de 2014

JPA reivindica conserto de lâmpadas na lagoa


                  

     O JPA empreendeu mais uma iniciativa com objetivo de proporcionar conforto e segurança para moradores e frequentadores da lagoa do Porangabussu (foto).
     Estivemos hoje pela manhã na Secretaria Regional III, entregando à secretária do órgão, Fátima Canuto, um ofício solicitando mais empenho na limpeza, iluminação e segurança pública no referido logradouro, especialmente a reposição de lâmpadas de vários postes situados ao lado da antiga guarita da Guarda Municipal, embaixo dos coqueiros.
     Fomos bem acolhidos no gabinete da secretária, que, inclusive, gerou um processo, de N° P234974/2014, com a promessa de agilidade no atendimento da nossa reivindicação. 
     Agora só nos resta aguardar o desfecho do processo e informar depois para os nossos leitores, amigos e parceiros.

quarta-feira, 9 de julho de 2014

Comida caseira de excelente qualidade na Parquelândia


             
O Sal da Terra Gourmet é uma grande referência na Parquelândia para quem pensa em comida caseira, de excelente qualidade, para saciar a fome no horário do almoço.
Lá o cliente encontra pratos à la carte, com variados tipos de massa gratinada, que ele mesmo pode montar; e um self-service com maminha ao forno com bacon (prato tradicional da casa), carnes finas, frangos, peixes, camarão e outros mariscos, verduras, saladas, além de sobremesas com doces deliciosos.
O Sal da Terra foi inaugurado em 2009 e funciona de segunda-feira a sábado, das 11 às 15 horas, na avenida Jovita Feitosa, 2401, em frente à agência da Caixa Econômica Federal. Ele nasceu como a realização de um projeto do casal Marcondes e Fabiana Farias, que há muito tempo sentia a falta de um lugar no bairro onde pudesse saborear comida caseira de boa qualidade, com cardápio variado, a preços acessíveis.
Com o tempo, o restaurante foi atraindo a atenção de pessoas que residem, estudam e/ou trabalham na Parquelândia e outros bairros vizinhos, graças, sobretudo, ao atendimento especial e ao rigoroso controle de qualidade dos produtos, que conta com apoio de nutricionistas do Senac.
O estabelecimento só funciona no horário de almoço, mas fica à disposição dos clientes que reservam o espaço para comemorações de aniversários e outras recepções na parte da tarde ou à noite. Aceita também encomendas de doces e salgados e oferece buffet completo para festas em domicílios, igrejas, colégios, empresas etc.
Detalhe: nas sextas e sábados os clientes almoçam com música instrumental ao vivo, sob o comando do maestro Conrado Dieb.
O Sal da Terra aceita todos os cartões de crédito e tickets-refeição. 
Fone para contatos: (85) 3223.4132.
 (Transcrito do JPA de julho/2014)

terça-feira, 8 de julho de 2014

JPA de julho está chegando!

              

     Nosso JPA de julho começa a circular no final desta semana, como sempre trazendo um bocado de novidades em relação ao Parque Araxá, Parquelândia, Rodolfo Teófilo e outros bairros vizinhos.
     O destaque da capa será o novo prazo que o Governo do Estado anunciou para dar início à operação comercial da Linha Sul do Metrofor.
     Aguardem! 

Solidariedade é o que precisamos

                  Por César Filho         
             Presidente do Projeto Bem Fazer

     O que temos na vida senão os sentimentos? E como eles são valorizados nestes tempos modernos?
     Nosso cotidiano se revela ao passo que nos libertamos de certas emoções e preconceitos e o observamos com um olhar menos criterioso, menos dogmático e pragmático.
     Vi-me diante de uma cena solidária numa certa manhã, no Centro de Fortaleza, onde um senhor de meia idade, com a pele escura, curtida pelo sol, e sua bicicleta, tipo cargueiro, transportavam alguns sacos de batatas. Percebia-se que o amontoado de sacos deveria fazer parte do seu labor.
     Aos olhos menores a cena não teria o menor valor se não fosse a abrupta queda de uma das cargas. Tubérculos rolando pelo chão de asfalto e lá vem ele, o sentimento, questionando qual seria a minha reação e disponibilidade para ajudar.
     Não deu tempo. As risadas não existiram diante da cena aparentemente cômica.
     O que se viu foram várias outras pessoas correrem na direção do pobre homem para prestar-lhe solidariedade. Até mesmo um concorrente na venda de batatas, descobri mais tarde, talvez por já ter passado por situação igual, levou até ele um dos baldes que dispunha e, ajoelhado, ajudou a recolher. O fiscal de transporte urbano esqueceu por um momento a gerência dos transportes para socorrer o desconhecido. Tanta dedicação lhe valeu palmas e gritos de alegrias.
     Enfim, de onde vem essa tal solidariedade?
Para Octávio Barduzzi Rodrigues da Costa, “o ser humano tem determinadas características que o perfazem particular frente às outras espécies do planeta. Uma dessas características é sua sociabilidade diferenciada que permite, entre outros fenômenos, demonstrar certo grau de solidariedade entre seus semelhantes, especialmente aos membros que lhe tem elos de proximidade e/ou de parentesco”.
     Nós, do Projeto Bem Fazer, acreditamos que decisões como essa fortalecem a nossa sociedade, nos faz melhor. São pequenas ações, e o nosso cotidiano é cheio delas, que nos aproximam do bem.
Que tal promover a mutação que tantos precisamos a partir do seu dia a dia?
     Mudemos nós, todos. Comecemos sempre nosso dia observando como e de que forma será a nossa contribuição para essa grande mudança.
     Fazendo o bem, espalharemos o amor, a solidariedade.

     (Transcrito do JPA de julho/2014)

segunda-feira, 7 de julho de 2014

O virtuosismo de Cláudio Costa no violão

                 

     O violonista e advogado Cláudio Costa (foto) é um dos muitos moradores ilustres do Parque Araxá que se destacam por aí afora por seus talentos para as artes de um modo em geral.
     Natural de Aracoiaba, ele veio residir em nosso bairro com apenas 6 anos de idade, estabelecendo-se com a família numa casa localizada na rua Padre Guerra, entre Torres Portugal e Carvalho Mota, onde aprendeu os primeiros acordes do violão por influência de sua genitora, que tocava violão e piano com maestria.
      “Meu primeiro trabalho com música foi no conjunto “Os Embalados”, que pertencia ao um amigo da gente que morava perto da minha casa, chamado Manelito. Passei algum tempo tocando em bailes, fazendo solos numa guitarra, até que resolvi dar um tempo e estudar música clássica, bossa nova, jazz e alguns estilos mais populares. Foi a partir daí que comecei a me apresentar em praticamente todas as casas noturnas de Fortaleza, trabalhando também em outras capitais nordestinas como Maceió, Natal, Teresina, São Luís e Recife”, relembra Cláudio.
      Segundo ele, nessa época teve o prazer de acompanhar diversos artistas locais e outros de renome nacional e internacional como Altemar Dutra, Evaldo Gouveia, Nelson Gonçalves, Cauby Peixoto, Lúcio Alves e Wando. “Foram quase 30 anos nesse trabalho. Mas aí eu fui me cansando da noite e resolvi dar um tempo para me dedicar a outra tarefa que também gosto muito, que é ensinar violão”, afirma.
Paralelamente, Cláudio Costa atuou por muitos anos também como advogado, defendendo causas cíveis, trabalhistas etc., valendo-se, assim, de suas duas formaturas: Música e Direito.

     Hoje, com 65 anos de idade, ele confessa que diminuiu o ritmo de trabalho. Prefere ficar dando aulas de violão em sua residência, localizada na avenida Jovita Feitosa, 444, Casa 4, mas ainda aceita alguns convites para tocar em eventos para os quais é convidado, bem como para defender causas advocatícias.
     Seus telefones de contato são: (85) 8602.1878 e 9806.5390.

     (Transcrito do JPA de julho/2014)

domingo, 6 de julho de 2014

Pamil sorteia torta em dias de jogos do Brasil

                 
     Nossa parceira Panificadora Pamil, localizada na rua Padre Cícero, 750 (Parque Araxá), está realizando uma promoção especial no período da Copa do Mundo. Todos os dias em que há jogos do Brasil a empresa sorteia uma torta para 15 pessoas. Na foto vemos Tércio Luiz Pinheiro, diretor da Pamil, entregando o prêmio a um dos ganhadores, no caso o cliente Alexandro T da Silva.
     (Transcrito do JPA de julho/2014)

sexta-feira, 4 de julho de 2014

JPA lança projeto "Sexta com Vinil" no Espaço Cultural da Lagoa

                      

     Quando passar o período da Copa do Mundo, o JPA vai lançar mais um projeto no Espaço Cultural da Lagoa, intitulado "Sexta com Vinil".
     A programação irá acontecer nas sextas-feiras, a partir das 17 horas, com venda de cerveja estupidamente gelada e comidas típicas como feijão-verde, espetinhos etc., tudo isso contemplando a beleza do por do sol na lagoa do Porangabussu.
     O destaque maior ficará por conta desta radiola da foto (conhecida por algumas pessoas como vitrola ou toca-discos) que possibilitará aos frequentadores ouvirem as músicas de sua preferência em formato LP, privilegiando, claro, grandes nomes da Música Popular Brasileira.
     O "Sexta com Vinil" vai ser realizado juntamente com o projeto “Belas Tardes de Domingo”, que, como diz o título, acontece nas tardes de domingo.
     Depois da Copa!

Atendimento emergencial na Maternidade-Escola volta ao normal

     Informações chegadas à redação do JPA dão conta de que os últimos dias foram de muito sufoco para gestantes que precisaram de atendimento emergencial na Maternidade-Escola Assis Chateaubrian (Meac), localizada no Rodolfo Teófilo.
     Tudo isso porque 33 médicos ginecologistas e/ou obstetras que prestam serviço à instituição através da Cooperativa dos Ginecologistas e Obstetras do Ceará (Coopego) paralisaram suas atividades em virtude da falta de pagamento dos honorários
     A boa notícia, divulgada na edição de hoje do jornal O Povo, é que a situação já foi resolvida. Segundo informou o gerente de Atenção a Saúde da Meac, Carlos Augusto Alencar, os médicos retornaram ao trabalho ontem, após sete dias de paralisação, sob a garantia de que na próxima semana estarão recebendo os salários referentes aos meses de abril, maio e junho.

quinta-feira, 3 de julho de 2014

Pedro Ernesto lança livro no Espaço Cultural da Lagoa

                                  
     “Alma de Sonetos” é o título do livro que será lançado no dia 27 de julho, a partir das 15 horas, no Espaço Cultural da Lagoa (Rua Porfírio Sampaio, 1608, Casa C, em frente à lagoa do Porangabussu), dentro do projeto “Belas Tardes de Domingo”.
     A obra, de autoria do poeta e artista plástico Pedro Ernesto Gonçalves Damasceno (foto), residente no Parque Araxá, é uma coletânea de sonetos que revelam sua opinião sobre temáticas pós-modernas com as quais convivemos, como consumismo, o caos do trânsito, drogas, bullying etc., destacando também o amor, amizade, religiosidade, sociabilidade e superação.
     Pedro Ernesto é natural de Fortaleza e afirma que, na infância, sua primeira vocação foi o desenho. É formado em Arquitetura pela UFC e frequentou também os cursos de Ciências da Computação da Uece, Artes Plásticas do Cefet e Licenciatura em Artes Visuais do IFCE.
     Iniciou-se na literatura em 1994. Anos depois, a partir de 2004, conheceu o “chat” literário “Sopa de Letras”, promovido pelo SESC/SP, onde aprendeu a fazer poemas e técnicas literárias, que culminaram com o lançamento do seu primeiro livro, intitulado “O Poeta-Arquiteto”. Agora ele resolveu dar um vôo mais alto, expondo suas idéias e pensamentos em forma de sonetos.
     Os exemplares do livro “Alma de Sonetos” estarão à venda durante o lançamento no Espaço Cultural da Lagoa, ao preço de R$ 20,00, e também na Banca Disneylândia (Avenida Jovita Feitosa, 1083), na Biblioteca do Instituto dos Cegos e nas Livrarias Premius e Smile. Outras informações podem ser obtidas com o próprio Pedro Ernesto através dos telefones (85) 8654.5729 e 9692.6648.

     (Transcrito do JPA de julho/2014)

quarta-feira, 2 de julho de 2014

Festas de Santo Antônio, São João e São Pedro agitando o Parque Araxá

     Os dias de Santo Antônio, São João e São Pedro também foram comemorados com bastante alegria em algumas ruas, praças, entidades e empresas localizadas no Parque Araxá e suas adjacências. O período, como se sabe, coincidiu com a realização da Copa do Mundo no Brasil. Mesmo assim, muitos moradores do bairro envidaram esforços no sentido de não deixar passar em branco a tradição de promover festas juninas regadas a muita dança, brincadeiras e degustação de comidas e bebidas típicas.
     Das festas realizadas nas ruas, merece destaque o “4° Arraiá das Cumades”, promovido no dia 21 de junho na rua Joaquim de Melo, entre Papi Jr. e Coronel Nunes de Melo, sob o comando das jovens Emanuela Sampaio, Danielle Pires, Eliane Vasconcelos e outros moradores. Foi muito bacana ver a união de todos em busca do êxito do evento que se estendeu até o amanhecer do dia seguinte, em clima de alegria e descontração.
     Alegria e descontração, por sinal, deram o tom também do “1° Arraiá do Cumpade Tonico e Cumade Dulce”, no dia 28, tendo como cenário a rua Papi Jr., 58, quase esquina com Joaquim de Melo. Bebidas e comidas típicas, quadrilha junina, forró pé-de-serra e vários tipos de brincadeiras juninas marcaram o evento, tendo à frente o empresário Rafael Oliveira (Rafael Preá), proprietário da JM Surf, com apoio de alguns amigos e vizinhos.
     Tudo isso, claro, sem esquecer de citar o festival de quadrilhas realizado na praça Ari de Sá Cavalcante, que vai até o dia 13 de julho. O líder comunitário Rogério Pinto de Castro, que realiza o evento há 21 anos, mostrou-se gratificado com o sucesso dos primeiros dias. “Enfrentamos uma série de dificuldades neste ano, mas, mesmo assim, estamos conseguindo trazer lazer e entretenimento para os moradores do bairro, principalmente para crianças, jovens e adultos que gostam de prestigiar as quadrilhas juninas de vários bairros, e até de outras cidades cearenses, que trazemos para se apresentar em nosso festival”, afirmou Rogério.          

Aspecto do “4° Arraiá das Cumades”, promovido no dia 21 de junho na rua Joaquim de Melo
              (Transcrito do JPA de julho/2014)

terça-feira, 1 de julho de 2014

Será apenas mais uma promessa?

                               
     É incrível, irritante e (por que não dizer?) inaceitável a história da implantação do serviço de metrô para ajudar a melhorar o transporte público de Fortaleza.
     Como se sabe, o processo se arrasta há várias décadas, desde 1980, quando foi projetado com objetivo de ligar o Centro da cidade a Pacatuba, Caucaia e Unifor.
     Hoje, 34 anos depois, vários bilhões de reais foram utilizados e temos apenas a Linha Sul (Fortaleza-Pacatuba) em fase de conclusão. E, com certeza, nem mesmo o Governo do Estado sabe se o serviço funcionará plenamente em novembro vindouro, como ele está anunciando, visto que itens importantes, como os sistemas de Sinalização, Controle, Telecomunicações e Bilhetagem, ainda dependem de burocráticas licitações.
     Complicado é que a Linha Sul, mesmo antes de ser inaugurada em sua plenitude, já está causando enormes problemas de mobilidade para pessoas que residem, estudam, trabalham ou simplesmente transitam por essa região de Fortaleza, notadamente entre as avenidas José Bastos e João Pessoa, que, embora próximas uma da outra, ficaram praticamente segregadas.
     Diante de tanta morosidade, só nos resta continuar torcendo para que a Linha Sul do Metrofor passe a funcionar comercialmente o mais rápido possível, mesmo sabendo que ela vai beneficiar uma parcela muito pequena da população que depende de transporte público diariamente.
     A continuar nesse ritmo de tartaruga, a Linha Leste, que ainda está em fase de planejamento, e pretende ligar o Centro à Unifor, essa, com certeza, só deverá ficar pronta lá para 2040.

            (Transcrito do JPA de julho/2014)