domingo, 4 de janeiro de 2009

Moço Velho

Eu sou um livro aberto sem histórias
Um sonho incerto sem memórias
Do meu passado que ficou

Eu sou um porto amigo sem navios
Um mar, abrigo a muitos rios
Eu sou apenas o que sou

Eu sou um moço velho
Que já viveu muito
Que já sofreu tudo
E já morreu cedo

Eu sou um velho moço
Que não viveu cedo
Que não sofreu muito
Mas não morreu tudo

Eu sou alguém livre
Não sou escravo e nunca fui senhor
Eu, simplesmente sou um homem
Que ainda crê no amor

(Hoje eu amanheci ouvindo esta música do Sílvio César, gravada pelo Roberto Carlos em 1973. Lirismo puro!)

3 comentários:

Ivaneide Farias disse...

Muito bela poesia...rs...

Graça Ferreira disse...

CARO COLEGA, É UM MOMENTO REALMENTE ESPECIAL OUVIR ESSA POESIA EM FORMA DE MUSICA. PARABENS

SAUDADES, ABRAÇO, FELIZ ANO NOVO

Juracy Mendonça disse...

Valeu, Ivaneide,
Valeu, Graça
Amigas do peito!